segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Resenha - Mestre Gil de Ham

Bom dia gente! Hoje vim resenhar para vocês o segundo livro que li do mestre da fantasia J. R. R. Tolkien: Mestre Gil de Ham. É um livro curtinho que dá para ler em uma única sentada, com 102 páginas de pura fantasia. A capa é linda e já dá um gostinho da história. Eu senti uma sensação muito boa ao ler esse livro, pois histórias medievais sempre me deixam sentindo essa coisa boa dentro de mim. Também me senti de volta a infância, já que a história é narrada com um linguajar fácil de compreender, além dos animais poderem falar. Como diz na contracapa da obra, esse livro foi criado inicialmente para entreter os filhos de Tolkien, mas a história cresceu e se tornou mais sofisticada. A versão final resultou em uma obra para leitores de todas as idades. Eu achei o máximo!


A história, apesar de curta, é bem construída e objetiva. Eu não consegui largar o livro por muito tempo, então li bem rápido! :)

O livro conta a história de Mestre Gil, um fazendeiro que leva uma vida humilde em sua fazenda no vale do Tâmisa, na Inglaterra, com sua mulher Aghata, seu cachorro Garm e a égua cinzenta. A época era num passado bem distante, onde ainda existiam dragões e gigantes. Ham era a aldeia em que viviam e nessa época as aldeias eram orgulhosas e independentes.
Um dia, um gigante, o maior de todos eles, resolveu andar pela aldeia, com seus enormes pés destruindo tudo que via pela frente. Garm alerta Gil e este pega seu bacamarte, uma espécie de espingarda, e vai em busca do gigante. Ele consegue atingir o gigante e este decide se afastar, pois pensou que o que o havia acertado era um mosquito, já que a luz do luar ofuscou sua vista e ele não percebeu a presença de Mestre Gil.
O que se segue na vida de Gil foi resultado desse mal entendido, pois por conta do gigante ter se retirado perante Gil, ele se tornou um herói, uma lenda em Ham e todos passaram a ver Gil com outros olhos. Afinal ele era o homem que enfrentou e "venceu" um gigante. E este então era o maior de todos os gigantes.


Devido ao reconhecimento de Mestre Gil, o Rei mandou uma magnífica carta e um presente contendo um cinto e uma espada para o novo herói de Ham.
Depois de um tempo, um dragão, que já eram raros naquela região, apareceu e começou a destruir tudo que via na sua frente. A população local, haja visto que eram fãs da bravura de Mestre Gil, o pressionaram a enfrentar o dragão, chamado de Chrysophylax. Depois de relutar, ele decidiu ir com sua égua cinzenta ao encontro do grande lagarto e assim ele descobre que tem um grande poder em suas mãos, que o ajudará nessa grande empreitada.

Gente, a vontade que tenho é de contar o fim da história, mas não quero dar spoiler e o livro é bem curto, então não posso me estender muito na resenha. Só o que posso fazer é recomendar a leitura, pois esta vale muito a pena. Em breve postarei mais resenhas de livros de Tolkien, então aguardem!
Espero que tenham gostado e se interessado pelo livro.
Até mais e boa leitura!

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Resenha - Exorcismo

Bom dia gente! Hoje vim trazer mais uma resenha para vocês. Hoje vou falar sobre Exorcismo, do Thomas B. Allen. Todo mundo, ou quase isso, deve conhecer o filme O Exorcista de 1974. Um filme de terror que ganhou bastante notoriedade no gênero. Thomas Allen resgata a história original, utilizando-se de algumas fontes autênticas e confiáveis, o que faz o livro ser ainda mais assustador.
Em relação à edição da Darkside books, o livro é muito bonito e chama bastante atenção, ainda mais por possuir um tabuleiro Ouija logo ao abrí-lo.  A capa é texturizada e muito interessante.
Eu confesso que achei a narrativa meio monótona, mas não me incomodou muito, considerando que ela soa bem real, como em sua maior parte deve ser.



O autor usa pseudônimos para o personagem principal e sua família, ao tentar proteger suas identidades. Robbie, nosso protagonista, é um menino de quase 14 anos que morava no subúrbio de Washington, D.C., com seus pais, Karl e Phyllis Mannheim. Diferente da maioria dos garotos dessa idade, Robbie gostava muito de jogos de tabuleiro. Mas como era filho único, muitas vezes ele tinha que recorrer aos adultos para brincar. A tia Harriet, irmã de seu pai mostrou ao garoto o tabuleiro Ouija, onde eles tinham que mover o planchette sob a superfície polida e lisa da madeira e fariam contato com os espíritos. Harriet tinha interesses sobre o assunto espiritismo. Depois de um tempo, ela morre e aí começam a acontecer eventos inexplicáveis na casa dos Mannheim.

Tabuleiro Ouija que vem no livro
Barulhos na parede e debaixo da cama apenas marcam o início de algo muito maior que nenhum deles imaginavam. Objetos passaram a se mover no quarto de Robbie inexplicavelmente, além de cortes e letras que do nada apareceram em seu corpo. A família passou a acreditar que a tia Harriet, ou outra "pessoa", estava tentando se comunicar com eles através do garoto. Ao notarem que a cada dia o fenômeno se agravava, resolveram sair da cidade e ir para a casa de familiares. No entanto, o mal perseguia o garoto e onde quer que ele estivesse os fenômenos continuariam acontecendo.
Vários padres tentam ajudar o garoto, mas o mal parece se fortalecer a cada dia, quase levando Robbie a insanidade. Dessa forma, o mal é encarado através de orações e muita determinação dos padres.

Em relação ao filme, assisti ontem, já que nem lembro se já tinha visto ou não. Eu gostei, embora a história seja diferente do livro. Enquanto no livro e na história original, o possuído foi um garoto, no filme a protagonista foi uma garota. Além disso, o contexto da família é bem diferente. Mas gostei do filme, apesar de achar que seria melhor. O final é bem interessante.


Capa do filme
 




Cena de "O Exorcista"
Eu indico o livro e o filme, apesar de ter achado meio boring. Acho que os fatos poderiam ter se desenvolvido de forma mais objetiva em ambas as mídias. Mas gostei da história, principalmente pelo fato das fontes serem confiáveis e seguras. Isso que mais me deixou animada.
Até mais e boa leitura! o/

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Resenha - À espera de um milagre

Bom dia gente! Hoje vim animada porque a resenha vai ser de um livro maravilhoso, um dos melhores que li nesse ano. Como já viram no título, estou falando de À espera de um milagre, do Stephen King, um super clássico e com boa razão para isso. É uma história muito conhecida. Quem não leu, pelo menos deve ter assistido ao filme ou ter ouvido falar. (Se ainda não viu, corre para ver!)
Essa obra linda foi publicada pela primeira vez em 1996. A minha edição foi publicada em 2013 pela Suma de letras e apesar da capa simples, é muito coerente com a história e isso eu gosto bastante.


Eu amo a forma que o King escreve, pois flui tão bem e a leitura é tão agradável que não dá vontade de largar o livro. Eu me entreguei à história e li em poucos dias. Agora só preciso rever o filme, já que o assisti há muuuitos anos atrás. O bom é que eu não lembrava muito da história, o que tornou minha leitura ainda mais emocionante e com ainda mais expectativa.
Voltando a falar do filme, ele foi lançado em 1999, estrelado por Tom Hanks e já ganhou vários prêmios, ou seja, é um filme incrível! Fica a dica.

Capa do filme

Bem, vamos ao resumo:

O livro é narrado por Paul Edgecombe, um idoso que revive grandes acontecimentos, ao escrever sobre o que aconteceu em 1932, quando era superintendente de bloco na Penitenciária de Cold Mountain. Paul trabalhava no Bloco E, no enorme e largo corredor verde, o corredor da morte, onde só ficavam presos autores de crimes horrendos que foram sentenciados à morte na cadeira elétrica, ou Velha Fagulha, como costumavam chamá-la.
Lá, ele se via obrigado a acompanhar os últimos momentos dos prisioneiros, incluindo homens arrependidos de seus crimes e homens cruéis e frios. 


Juntamente com Edgecombe, temos os guardas do bloco que foram essenciais em toda a história: Brutal, Harry, Dean e o sádico Percy. Juntos, eles acompanham os dias finais de vários prisioneiros, como Eduard Dellacroix, autor de vários homicídios, que ao entrar em Cold Mountain, passa a criar um rato que lá apareceu, batizando-o de Sr. Guizos. Outro prisioneiro que marcou na vida deles foi Wharton, um jovem que iniciou cedo na vida do crime e que não tinha receio nenhum de seus atos, um verdadeiro sangue frio. Mas entre todos os presos que eles acompanharam, sem dúvida, o que mais marcou na vida de todos esses guardas em 1932, foi o negro enorme e desajeitado John Coffey, um homem acusado de estuprar e matar duas meninas. Coffey mantém sempre seu olhar distante e lágrimas que não param de escorrer de seus olhos... E o mais intrigante, tem um poder especial e inexplicável: ele faz milagres. O que Paul não entende é como um homem desse foi capaz de tamanha barbaridade.
E é em Georgia Pines, o asilo onde vive Paul atualmente, que ele relembra e passa tudo para o papel.

Gente, o livro é emocionante e surreal. Todo mundo deveria ter essa experiência. Leiam e assistam ao filme e me falem o que acharam! Tenho certeza que vão amar!
Até mais e boa leitura. o/

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Resenha - Batman: O cavaleiro das trevas

Boa noite gente! Hoje vou resenhar mais uma HQ para vocês. Dessa vez, um quadrinho mega clássico de um herói foda, que eu particularmente, gosto muito. Estou falando de Batman: O cavaleiro das trevas, de Frank Miller. Todo mundo, ou quase isso, conhece o Homem-morcego e já deve ter visto algum filme do mesmo, inclusive a adaptação originada pelo quadrinho a qual vou resenhar hoje.
A edição que li é a definitiva, contendo O cavaleiro das trevas 1 e 2. Esse encadernado é do meu namorado, então tive que ler emprestado. (É nosso, né amor? kkkk ♥)




Eu gosto muito dessa capa por conta das cores, gosto muito desse degradê, além das silhuetas serem lindas. Esse encadernado da DC Comics foi publicada pela Panini books em 2001, com seu roteiro escrito em 1984.

A primeira parte do encadernado mostra o retorno de Batman. Mais velho, aos 55 anos, ele se mostra mais maduro, ao mesmo tempo que se mostra também mais angustiado, ao reviver de forma intensa a morte de seus pais, quando era apenas uma criança.
Gotham City vive em um caos, dominada pelos crimes causados pela Gangue Mutante e Bruce Wayne, o Batman, se vê diante de um inimigo cruel, o famoso Coringa.
Além disso, ele tem de enfrentar o Superman, emissário da Casa Branca, ao qual Bruce Wayne considera um covarde que não luta a favor da causa dos heróis. 
Em O cavaleiro das trevas 2, Bruce Wayne se ergue ainda mais determinado, junto de seu novo exército e de Robim, que tem um papel fundamental em toda a história. O próprio Frank Miller considera Robim a personagem secreta principal da série.
Podemos ver monstros e inimigos conhecidos como Lex Luthor e o poder que a junção e união de vários heróis pode fazer.
Aqui, temos um Batman com sangue no olho, sedento para enfrentar um governo omisso e opressor, afim de limpar Gotham City de tudo que lhe adoece.




Achei bem interessante um contato mais profundo não apenas com o Batman, mas com o Superman, a Mulher Maravilha e a filha de ambos, a Supergirl,  além de mostrar outros heróis da DC, que tiveram seus momentos na história. Eu gostei bastante e indico para quem ainda não leu.
O final contém vários extras, com esboços originais, roteiros e imagens lindas. É um material que vale a pena ter na estante, com certeza!

Até mais e boa leitura.

Resenha - Sandman apresenta: Os pequenos perpétuos


Boa noite galera! Hoje vim resenhar para vocês mais um livro infantil do universo maravilhoso de Neil Gaiman: Sadman!
Lembram que postei há um tempo atrás a resenha do livro "A festa de Delirium"? Caso não lembrem, clique aqui para conferir. O livro de hoje é mais um da série Sandman Apresenta e já demonstra fofura desde seu título: Os pequenos perpétuos.
Gente, essa capa é muito fofa, sério. Se algum dia eu tiver filhos, com certeza lerei junto com ele essa obra.


Como o livro já é curtinho, terei que fazer um resumo menor ainda, pra não contar muita coisa.

O livro conta a história de uma menina muito distraída, chamada Delirium, a irmã mais nova dos perpétuos, e de seu cãozinho Barnabás. Barnabás, como um bom protetor, tinha o papel de cuidar de sua dona, já que a mesma costumava se perder por aí ao andar sozinha.


Um dia, Barbanás teve um encontro e deixou Delirium sentada em um lugar esperando sua volta. No entanto, a garotinha ficou preocupada com a demora do cãozinho e resolveu procurá-lo.
Ao voltar ao local onde havia deixado Delirium, Barbanás notou que a mesma não estava mais lá e disparou em busca de sua garotinha.


Assim, ele a procurou em muitos lugares, além de ir atrás de seus irmãos, em busca de alguma pista que a levasse até sua dona. Será que ele a encontrou?

Vou parar por aqui, senão vai perder a graça. hehe

Gente, no fim do livro ainda têm informações extras sobre as ilustrações, a história e da sua autora, Jill Thompson.
Espero que tenham gostado!
Até mais e boa leitura! ;)

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Resenha - Os Senhores dos Dinossauros

Olá gente, boa tarde a todos! Dessa vez demorei a postar, mas vou explicar o motivo do meu sumiço, certo?  Eu comecei a ler Os Senhores dos Dinossauros, do Victor Milán, publicado pela Darkside books em 2015, com muito ânimo e tal, afinal, na capa tem uma palavrinha do George Martin, que diz "A união entre Jurassic Park e Game of Thrones". Nunca li Jurassic Park, mas sou extremamente fã de Game of Thrones e das Crônicas de Gelo e Fogo, então realmente resolvi ler com aquela expectativa. O resultado foi uma grande decepção. :( Eu quase abandonei o livro porque não estava conseguindo levar a leitura adiante. Mas como não gosto de abandonar livros, eu resolvi dá mais uma chance e ir até o fim. Por essa razão, demorei a ler, pois foi muito arrastada e só li mais rápido da metade até o final.
Mas antes de adentrar mais na história do livro, não posso deixar de falar da qualidade do material gente, pois a Darkside, como sempre, arrasa nas edições de seus livros. A capa é muito bonita e a qualidade é inquestionável. (Pena que o conteúdo nem tanto).


Bem, como já deu pra notar, eu não gostei desse livro. Infelizmente minha expectativa foi lá pra baixo. Não chega a ser o pior livro do mundo, porém é uma leitura muito maçante e confusa. Mas por favor, não desanime e não desista de ler a resenha.
Vale lembrar que esse é o primeiro volume da trilogia, então nem tudo está perdido.
 

A história  se passa no Império da Nuevaropa, no século XIV. Como costumamos ver em histórias medievais, temos conflitos políticos, cultura e costumes da época, no entanto, não acho justa a comparação com a grande obra de George Martin. A história é mais rasa e os conflitos só começam a ficar mais delineados na metade do livro.
Uma coisa que precisa ser mencionada é que o mundo em que essa história se passa não é como o nosso, eles chamam de Paraíso, onde logo no início tem uma nota do autor que diz que não é a Terra, mas que todo o resto é possível.
Logo no início da história, nos deparamos com uma batalha envolvendo cavaleiros montados em dinossauros. A ideia seria boa, se não fosse tão confusa. Foi justamente no início que desanimei e quis abandonar o livro, pois nunca vi uma narrativa tão confusa. Muitas vezes não sabia a quem o autor estava se referindo, se à uma pessoa ou um dinossauro.
O livro é dividido em alguns núcleos e toda a história se baseia nos personagens de cada um desses núcleos. 
O primeiro é o do Rob Korrigan, um senhor de dinossauros e do Karyl Bogomirskiy, um nobre e lendário cavaleiro, conhecido por sua destreza em combates.  Rob é contratado para encontrar Karyl e os dois se juntam em uma jornada que os leva até o Jardim da Beleza e da Verdade, onde vão treinar homens para lutarem com armas. Afinal, eles precisarão de habilidade para lidarem com os inimigos que estão por vir. Inimigos estes que discordam da filosofia de vida dos jardineiros.
No segundo núcleo, temos Jaume, namorado de Melodía, que faz parte do próximo núcleo. Jaume é como a mão direita do Imperador Felipe, além de ser um grande cavaleiro.
O terceiro núcleo é focado na Espanha, onde temos o Imperador Felipe, suas filhas, a Princesa Melodía e sua irmã mais nova Montserrat e Duque Falk como os principais envolvidos.
Duque Falk é um rebelde arrependido que ao retornar aos serviços do imperador, mostra suas verdadeiras intenções.
A parte do romance entre Melodía e Jaume é bem abordado, além dos desentendimentos entre a Princesa e seu pai.

O livro tem potencial, de verdade mesmo. Mas a escrita não é clara e a história só passa a ser melhor desenvolvida depois da metade. Sendo franca, não sei se vou ler os outros volumes quando saírem. :(
De qualquer forma, vocês podem gostar, afinal gosto é algo bem pessoal.

Aguardem resenhas em breve, pois estou de férias esse mês. \o/
Até mais e boa leitura!

terça-feira, 27 de junho de 2017

TAG: Problemas de um leitor

Bom dia gente, hoje vim responder uma tag bem legal que achei no blog Livros e bolinhos. Se quiserem conhecer o canal da Juliana no youtube, é só clicar aqui.


E vamos lá para as perguntinhas dessa tag!

1. Você tem 20 mil livros para ler. Como você decide qual lerá?  

Bem, eu não tenho um critério específico para a escolha do livro que vou ler, mas eu tento variar o autor e tal. Tipo, se eu estou lendo atualmente um livro do Stephen King e tenho outros ainda para ler do mesmo autor, então não vou escolher algum desses para a próxima leitura. É mais ou menos isso que eu faço.

2. Você está no meio de um livro, mas não está gostando. Você para ou continua?

Coincidentemente isso aconteceu comigo recentemente, (isso eu vou contar na próxima postagem do blog) mas eu resolvi não abandonar o livro e continuei a leitura, pois poderia fluir melhor mais na frente. Então posso afirmar que raramente abandono um livro, eu meio que me obrigo a ir até o fim, mesmo sem gostar muito.

3. O fim do ano está chegando e você está perto, mas nem tanto, de finalizar sua meta de leitura. O que você faz e como?

Por mais que eu me esforce para atingir a minha meta, eu não me cobro tanto assim. Então eu tento ler o que planejei, mas se houver imprevisto e atrasar, tudo bem, a vida continua. 

4. As capas de uma série que você ama são horríveis, como você lida com isso?

 Pode me desagradar visivelmente, mas se a história realmente for boa, não justifica eu não querer ler ou até possuí-los.

5. Todo mundo, incluindo sua mãe, gosta de um livro que você não gosta. Como você compartilha esse sentimento?

Não tenho problema nenhum com isso, gosto é algo individual e não vou discutir por isso. 

6. Você está lendo um livro e está prestes a começar a chorar em público. Como você lida com isso?

Raramente eu sinto vontade de chorar com algum livro. Não que eu não me emocione com a leitura, mas eu tento interiorizar minhas emoções.

7. A sequência do livro que você ama acabou de sair, mas você esqueceu parte da história do livro anterior. O que você faz? 

Eu leria novamente ou buscaria alguma referência, como resenhas e tal. 

8. Você não quer que NINGUÉM pegue seus livros emprestados. Como você diz não educadamente quando as pessoas perguntam?  

"Certos objetos não se emprestam, como meus livros. Desculpa."

9. Você não conseguiu ler os livros que queria no último mês, o que você faz para voltar a ler mais?

 Infelizmente, os afazeres do dia a dia impedem da gente ler o quanto gostaria, ou até a gente deixa de ler um tempo para focar em outras coisas. Acho válido. Mas não gosto de parar por muito tempo e sempre busco ter um livro dentro da bolsa, pois assim eu tento ler com mais frequência.

10. Há muitos livros novos que foram lançados e que você está morrendo de vontade de ler, quantos deles você realmente compra? 

Eu compro os que mais quero porque fico com medo de acabar. kkkk Se for o que mais quero e o preço me agradar, eu compro para garantir. Claro que não dá pra comprar todos, mas os que mais fico louca para possuir, eu dou preferência.

11. Depois de ter comprado os novos livros que você tanto queria, quanto tempo eles ficam na sua prateleira antes de você ler? 

 Ultimamente eles tem ficado bastante tempo, já que busco ler os que tinham  mais tempo na estante. Então ficam muito tempo, mais do que eu gostaria. Não dá pra ler tanto por conta dos meus afazeres. :(

E é isso gente, espero que tenham gostado da tag.
Até mais! o/ 

terça-feira, 20 de junho de 2017

Resenha - HQ - Destino - Crônicas de mortes anunciadas

Boa tarde gente! Hoje vim resenhar mais uma HQ para vocês. Trata-se de Destino - Crônicas de mortes anunciadas. Para quem leu Sandman, de Neil Gaiman, sabe que Destino é um dos sete irmãos perpétuos e o mais velho deles.
Escrita pela Alisa Kwitney e lançada pela Panini Books, essa HQ faz parte da série Destiny - A Chronicle of Deaths Foretold, e reúne as edições de 1 a 3.



O livro se passa na época da Peste Negra. Temos como protagonista, Ruth, uma mulher que perdeu sua família inteira com a volta da peste, nos anos 2000. Um dia, Ruth recebe a visita de John Ryder, um homem que diz saber o futuro e o passado, oferecendo respostas saídas do Livro do Destino.
Em cada parte da HQ (como falei, o livro é uma reunião de três volumes), temos histórias que se passam em épocas diferentes, e isso eu gostei muito. Cada história  é contada por John Ryder, para as pessoas que ainda resistiram à praga.
Não sei se foi intencional o final meio inexplicável, mas para mim, não ficou bem delineado, e quando li, pensei "Como assim, jovem?". De qualquer forma, a forma como a história é conduzida me agradou. Talvez tenha sido a real intenção mexer com a imaginação do leitor.

As ilustrações são muito bonitas.
Sendo bem sincera, não sei se esse tipo de leitura mais metafórica vai agradar a todos, já que em vários momentos a história fica confusa. Mas para quem já leu Sandman e está mais inteirado com o estilo, acredito que vá gostar da leitura. De qualquer forma, quem nunca leu, pode arriscar ler algo tão singular quanto essa HQ. 
A resenha foi curta, mas fiz com carinho.
Espero que tenham gostado. Até mais e boa leitura! o/

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Rise of the Tomb Raider - O que achei?

Olá gente, bom dia! Hoje vim falar de um game, depois de tanto tempo sem jogar nada. Estou com um problema no ps3 e ainda não sei quando poderei comprar um ps4. :´(
Mas a vida segue e graças ao meu namorado, consegui jogar um dos jogos que  mais estava ansiosa para jogar: Rise of the Tomb Raider. Eu joguei a versão de PC e simplesmente amei, o jogo me surpreendeu nos detalhes dos cenários e na jogabilidade.


Rise of the Tomb Raider é um jogo de categoria ação-aventura, da série mega clássica Tomb Raider. Produdizo pela Crystal Dynamics, foi lançado em 2015 inicialmente para a Microsoft, tanto para Xbox one e Xbox 360, o que causou um desconforte grande aos usuários da sony, como eu. Mas no ano seguinte, com a produção da Square Enix, foi lançado para pc e PS4.
O jogo manteve a pegada do Tomb Raider anterior, só que ainda mais bonito e surpreendente. Achei bem interessante a forma engenhosa de criação e melhoria das armas usadas pela Lara. Ela também consegue criar itens, como explosivos, com objetos encontrados nos cenários. Além disso, ela consegue coletar minerais para a criação de munição, e isso eu realmente amei.
Se você gosta de Uncharted, provavelmente vai gostar desse game. Eu amo. <3



Agora um pouco do enredo...

O pai da Lara Croft, antes de morrer, investigava uma relíquia que supostamente trazia a imortalidade. No jogo, Lara se torna obcecada por tal relíquia, chamada de Fonte Divina. Temos como antagonista da trama, a Trindade, uma organização que busca antes da nossa protagonista, obter o artefato. Essa organização, de caráter religioso, busca destruir artefatos e relíquias místicas.
Lara vai à Sibéria, em florestas congelantes em busca do que ela mais ama: mistérios antigos e eventos místicos. Assim, ela busca provar que seu pai estava correto em relação à Fonte Divina.



Gente, os cenários são de encher os olhos. Confesso que parava no meio do jogo para admirá-los. Eu adorei a jogabilidade, assim como a história também. Vale muito a pena jogar, sem dúvidas. Não precisa ser veterano na franquia, já que a história é fechada e de fácil compreensão.
Indico a todos, não deixem de ter essa experiência.

Boa jogatina e até mais! :*

terça-feira, 30 de maio de 2017

Resenha - Manual do Império

Bom dia gente! Hoje vim trazer a resenha do último livro do box de Star Wars, Manual do Império. Esse é o quarto e último livro dessa coleção, que conta também com os seguintes títulos (clique para ver a resenha de cada um):

Gente, eu amo essa capa, esse contraste de branco com preto é belíssimo. O conteúdo é muito interessante, contendo detalhe sobre a formação do Império e sua organização.


O Manual do Império é dividido em cinco partes: As Forças Armadas Imperiais, A Marinha Imperial, O Exército Imperial, A Tropa de Stormtroopers e A Doutrina Imperial. Na primeira parte, podemos ler sobre a história do Império Galáctico, a estrutura das forças armadas, polícias imperiais, recrutamento militar, entre outros assuntos. Na segunda, ele aborda a história da Marinha Imperial, seus uniformes, estrutura e organização e naves da frota. Na terceira parte, lemos sobre a história do exército imperial, uniformes e estrutura da missão, formações e desdobramento, veículos, guarnições imperiais e montarias. Na quarta, o livro foca nos strormtroopers, onde fala da história, clonagem e recrutamento, academias e treinamento, especialidades, etc. Na quinta e última parte, lemos sobre a projeção do poder, a Doutrina Tarkin, a Rebelião, superarmas e a Estrela da Morte.

Obs: Colar comprado no Aliexpress

Assim como os outros livros do box, esse também contém bastante ilustrações e um ótimo acabamento.
O livro é bem informativo e didático. Aliás, essa coleção toda tem esse fim, e é muito interessante para os fãs que não se limitam unicamente aos filmes, mas que buscam se aprofundar ainda mais nesse universo tão extenso que é Star Wars!

Espero que tenham gostado.
Até mais e boa leitura! :)

terça-feira, 16 de maio de 2017

Resenha - O Código do Caçador de Recompensa

Olá, bom dia. Hoje vim resenhar para vocês o terceiro livro do box de Star Wars, O Código do Caçador de Recompensa. Para quem ainda não viu a resenha dos livros anteriores da coleção, seguem abaixo os links:
Bem, eu achei esse livro lindo, com um tom de verde lodo, que é um dos poucos tons de verde que eu gosto. A letra dourada fez com que o livro combinasse com o tema, já que trata sobre os caçadores de recompensa e a cor verde e dourado remete a dinheiro. Achei muito caprichado! 
Esse livro é muito interessante ao se aprofundar bastante na história dos caçadores de recompensa, pois esse tema ainda não era do meu conhecimento, e a ideia que eu tinha sobre esses caçadores era diferente do que li.


Por trás dos caçadores de recompensas que conhecemos, como o Boba Fett, há toda uma organização, ao qual é chamada de Guilda de Caçadores de Recompensa. Claro que há aqueles que são independentes, mas a maioria pertence à esta organização.
No livro, temos um manual que nos traz diversas informações, por exemplo, como se tornar um caçador de recompensa, os requisitos para se alistar na Guilda, o Credo e os Códigos, regulamentos e regras da Guilda. Também podemos ler sobre os tipos de recompensa, métodos de pagamento.
Adiante, temos um texto escrito pelo zelador-chefe do museu e biblioteca da Guilda de Caçadores de Recompensa, Kenek Weeyo, sobre o nascimento da Guilda, sobre o quão é antiga a profissão. Depois temos um texto sobre a caça e o princípio SAPI (seleção, avaliação, preparação e implementação), escrito pela diretora de treinamento. Há também várias dicas sobre como sobreviver à caçada.


Depois, temos um texto do chefe de depósito de armas, sobre as ferramentas do ofício.  Nele, é explicada a importância dos dispositivos de rastreamento, equipamento de vigilância, ferramentas de análise de dados, speeders com repulsor, airspeeders, landspeeders, speeder bikes, além de armadilhas para alvos.
A seguir, o chefe do departamento pessoal e conselheiro da Guilda, fala sobre as vantagens de ser membro da mesma, além da aposentadorias dos caçadores.
Podemos ler também sobre as guildas afiliadas e no fim um texto sobre as Sentinelas da morte, onde é contada a verdadeira história dos mandalorianios, suas armaduras, símbolos e insígnias das unidades, etc.

Eu adorei esse livro e os conhecimentos que adquiri sobre o universo Star Wars. Indico muito.  Não só esse, mas o box. 
Até mais, e boa leitura!

Resenha - Mestre Gil de Ham

Bom dia gente! Hoje vim resenhar para vocês o segundo livro que li do mestre da fantasia J. R. R. Tolkien: Mestre Gil de Ham. É um livro cu...